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domingo, 17 de novembro de 2013
SEGREDO: GM PREPARA CRUZE DE SEGUNDA GERAÇÃO
Depois de renovar quase toda a sua linha em menos de dois anos, a GM
prepara mudanças no modelo que puxou a fila: o sedã Cruze, lançado por
aqui em setembro de 2011, dois anos após sua estreia internacional. Sua
chegada no Brasil marcou a ruptura com a linha Opel alemã e o início de
uma fase mais diversificada. O Cruze foi gestado na Coreia do Sul pela
Daewoo, marca do grupo GM agora chamada de Chevrolet no país asiático.
Na mira estavam os sedãs de sucesso com origem oriental, como Toyota
Corolla, Honda Civic e as novidades da Hyundai e da Kia. A segunda
geração está sendo gestada na Alemanha, com grande participação da sede
norte-americana. Protótipos flagrados nos EUA, embora disfarçados,
permitem fazer projeções de como será o sedã. A previsão é que ele
chegue aos mercados da Ásia, Europa e América do Norte em 2014, e ao
Brasil em 2015.
Pelo que indicam os flagras, as linhas vão aproveitar muitos elementos
do conceito Chevrolet Tru 140S, exibido há pouco mais de um ano no Salão
de Detroit. O conceito é de um cupê, indicado para ocupar a vaga
deixada há muitos anos pelo Opel Calibra, que derivava do Vectra. A base
do novo esportivo será a nova D2XX desse novo Cruze, uma evolução da
atual, a Delta II.
Apesar das lamentações de alguns fãs da Opel, o Cruze brasileiro chegou
impondo respeito no segmento dos sedãs médios, e deixando pouca saudade
do antecessor Vectra. Foi seguido em 2010 pela versão hatch (Sport6),
também muito bem recebida pelo público. Mas num segmento tão
competitivo, não dá para ficar muito tempo sem novidades. Na Argentina,
que recebe o Cruze diretamente da Coreia, já há leves mudanças na grade,
nos para-choques e nas rodas.
O Brasil deverá pular esse facelift de meio de vida e partir
diretamente para a segunda geração do modelo, em meados de 2015. Pelo
que se vê na projeção, o novo Cruze terá carroceria mais fluida,
seguindo a nova tendência de sedãs com três volumes não tão marcados. Na
frente, a linha do capô e do para-brisa se encontra de forma menos
abrupta. E atrás, o porta-malas é mais alto e menos longo, algo que já
se vê no novo Prisma, por exemplo. Faróis e lanternas têm lentes mais
limpas e menos recortadas. Os efeitos mais marcantes ficam por debaixo
das lentes, graças ao uso de leds e lâmpadas mais modernas.
Os flagras indicam maiores dimensões para o novo Cruze, e também um
incremento de espaço nos bancos traseiros e no porta-malas.
Internamente, são esperadas mudanças radicais também, obviamente com
adoção de uma tela ao estilo MyLink do Onix, mas com dimensão maior e
mais recursos. Mecanicamente, uma das poucas novidades será a opção de
tração integral.
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